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Cruz Vermelha e Rotary – Parceria No Servir

A reforma da nova sede da filial da Cruz Vermelha de Santa Rosa contou com a ajuda de companheiros do Rotary Club de Santa Rosa Júnior.Em novembro de 2017 a Cruz Vermelha de Santa Rosa solicitou auxílio ao Rotary Club de Santa Rosa Júnior para reforma da nova sede junto ao espaço cedido pelo DAER. O projeto da reforma foi viabilizado pelo companheiro Fábio Back, da empresa Scalla Soluções em Engenharia, totalmente sem custos. A mesma empresa ainda participou da reforma com fornecimento de parte da mão de obra. O companheiro Christian Desbessel, da Distinta, colaborou com a doação das tintas e diversos acessórios para a pintura completa do local.A doação destes companheiros, bem como de outros que se colocaram à disposição da entidade, reflete o caráter solidário do Rotary. A inauguração das novas instalações da Cruz Vermelha ocorreu no dia 10 se setembro de 2018, às 10h, e o Júnior esteve representado pelos companheiros Clóvis Mollinari e Fábio Back.

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Câncer Infantojuvenil

De acordo com o INCA ( Instituto Nacional do Câncer) no Brasil, o câncer é a principal causa de morte por doença em crianças e adolescentes. Foram registradas 2.724 mortes por câncer infantojuvenil no Brasil em 2014 (ano mais recente com informações consolidadas).O INCA estima a ocorrência de 12.600 novos casos de câncer na faixa etária de zero a 19 anos em 2017. O câncer infantojuvenil engloba, na verdade, vários tipos de câncer. As leucemias representam o maior percentual de incidência (26%) nessa faixa etária, seguida dos linfomas (14%) e tumores do sistema nervoso central (SNC) (13%). As diferenças entre os cânceres infantis e de adultos consistem principalmente nos aspectos morfológicos (tipo do tumor), comportamento clínico (evolução) e localizações primárias. Nas crianças e nos adolescentes, a neoplasia geralmente afeta as células do sistema sanguíneo, o sistema nervoso e os tecidos de sustentação. Nos adultos, as células epiteliais, que recobrem os órgãos, são as mais atingidas. Enquanto o câncer no adulto apresenta mutações, geralmente em decorrência de fatores ambientais, no câncer pediátrico ainda não há estudos conclusivos sobre a influência desse aspecto. Dados de um estudo sobre o panorama do câncer infantojuvenil divulgado pelo INCA e pelo Ministério da Saúde (MS) apontam que a sobrevida estimada no Brasil por câncer na faixa etária de zero a 19 anos é de 64%, índice calculado com base nas informações de incidência e mortalidade. O estudo apontou que a sobrevida varia de acordo com a região do País. Os índices são mais elevados nas regiões Sul (75%) e Sudeste (70%) do que no Centro-Oeste (65%), Nordeste (60%) e Norte (50%).

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